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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Tradições do Dia de São Valentim
















Muitas são as tradições associadas ao dia de São Valentim, variando de país para país.
Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no atual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si presentes como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração».
Já na Idade Média, em França e na atual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada.
Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas.
A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer fato que comprove esta lenda.
Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, foi o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, enviou, na época de São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França.
Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine».
Nos dias de hoje, é entre os mais novos que estas mensagens de São Valentim são mais populares, sendo uma forma de expressarem as suas paixões.

Dia de São Valentim:


























São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes da sua execução, no dia 14 de fevereiro, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

domingo, 12 de junho de 2011

Dia dos namorados



















Festejado por casais apaixonados e hostilizado por solteirões, por mais que se tente não há como escapar do 12 de Junho, o Dia dos Namorados, comemorado - ou detestado - em todo Brasil. Para europeus e americanos, a homenagem aos casais acontece no dia 14 de fevereiro. A finalidade da data especial é a mesma, mas as versões de origem de cada uma é bem diferente.

Uma delas conta que, na Roma antiga, o dia 14 de fevereiro era dedicado à deusa do amor, das mulheres e do casamento: Juno. A lenda diz ainda que no dia 15 de fevereiro dava-se início a uma grande festa pagã, a Lupercália, em homenagem ao Deus da fertilidade e da natureza, Lupercus.

Durante o festival, moças solteiras escreviam seus nomes em pedaços de papel com uma letra caprichada e depois colavam os papéis em frascos. Homens solteiros escolhiam os frascos que achavam mais bonitos e assim a dona do papelzinho virava sua namorada. Isso explicaria os famosos bilhetinhos que são trocados atualmente durante esta data.

A festa pagã foi incorporada pela Igreja, que substituiu os rituais e santos cristãos. De acordo com a Igreja, o dia 14 de fevereiro, quando se comemora o Dia dos Namorados na maioria dos países do mundo, é o dia de São Valentim, que morreu nessa data.

Segundo esta versão, São Valentim, um padre de personalidade forte, teria ido contra as ordens do imperador romano Cláudio II, que tinha proibido a realização de casamentos. O imperador acreditava que os homens solteiros eram melhores soldados dos que os casados. Então, um casamento significava um guerreiro a menos. Mas, Valentim continuou realizando casamentos e ele próprio casou-se secretamente.

Com ousadia contra o imperador, o padre foi condenado à morte. Acredita-se que enquanto aguardava sua sentença na prisão, o padre se apaixonou por Asterius, a filha cega do carcereiro. Ele teria realizado o milagre de lhe devolver a visão. Antes de ser executado, o padre escreveu uma carta de amor para a moça, na qual assinou 'de seu namorado', em inglês 'from your Valentine', surgindo a expressão 'Valentine´s Day', que no Brasil tornou-se 'Dia dos Namorados'.

Mesmo tendo sido reconhecido como santo milagreiro, o padre Valentim foi executado no dia 14 de fevereiro. A partir de então, homens e mulheres trocam presentes para lembrar a data.

As histórias acima não explicam o porquê de no Brasil comemorarmos este dia no 12 de junho. Segundo conta nossa lenda urbana, a celebração tem uma origem mais bem-humorada e nada romântica. Acredita-se que o surgimento do Dia dos Namorados tenha sido uma criação do publicitário João Dória (da Agência Standard Propaganda), em 1948, em São Paulo.

Para melhorar as vendas de junho, que é um mês fraco para o comércio, o publicitário, com o apoio da Confederação de Comércio de São Paulo, criou a data com o slogan: 'Não é só de beijos que se prova o amor'. A Agência Standard ganhou o título de agência do ano. Para a alegria dos comerciantes, a data se consolidou.

Independente da verdadeira origem da data, ela existe. Então, o jeito é entrar no clima e ir mesmo comprar flores, escrever bilhetinhos, assistir a um filminho romântico e comer pipoca sob os lençóis.

Curiosidades:

No Japão são as mulheres que dão presentes aos homens, geralmente bombons.
Na Inglaterra e nos Estados Unidos as crianças também comemoram a data: elas escrevem bilhetinhos para amigos e parentes e distribuem balas e pirulitos. Na Itália comemora-se a data em família, com um grande banquete.