quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
Castanhas portuguesas
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
A origem da festa de Ano novo!

O ano-novo é coisa antiga. Desde os calendários babilônicos ( 2.800 a .C.) até o calendário gregoriano, o que chamamos réveillon mudou muitas vezes de data. A primeira comemoração, chamada de “Festival de ano-novo” ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a .C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, época em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e as noites têm a mesma duração. No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico e os católicos comemoram a festa de São José. Em Belém, no Guamá, se realiza a festa de D. José Rei Floriano, no Terreiro de Mina Dois Irmãos, num paralelismo imbricado de crenças cristãs e africanas.
Na antiguidade, os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no dia 23 de setembro – data em que hoje alguns países comemoram o dia do “orgulho pagão”. Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro – que é quando começa o Solstício de dezembro: verão no hemisfério sul e inverno no hemisfério norte. Nesta mesma data, hoje se comemora o Yule, nome dado ao Solstício de Inverno pelos neo-pagãos. Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa, entre 753 a .C. e 476 d.C. O ano começava em 1 de março – quando o fogo sagrado de Roma era renovado, mas foi trocado em 153 a . C. para 1 de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a . C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano. Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro – que é o dia do meu aniversário – risos!!! e também do dia de Santa Genoveva.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, “emigração”), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. Importante que se diga que no cristianismo, 25 de Março é tipicamente celebrado como o dia da Anunciação desde que ele não caia em um Domingo ou durante as semanas Santa ou da Páscoa. No passado, as festas de ano-novo duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril (atual dia da mentira). Foi o papa Gregório XIII quem instituiu o 1 de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é uma espécie de falsa comemoração do Ano Novo.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Reveillon

A palavra Reveillon é de origem francesa termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa despertar, costuma ser comemorado com festas e fogos de artifício, principalmente à beira-mar. Pouco antes da virada do ano, as pessoas se juntam para a contagem regressiva dos segundos até a zero hora.
A palavra Reveillon foi importada e incorporada por vários países e é usada para denominar a festa de comemoração da entrada do Ano Novo.
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da véspera, para se aguardar o ano que chega, e à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício.
Segundo o folclore português, esta celebração está ligada a uma lenda popular que deu a esta noite o nome de Noite de São Silvestre. Muitas pessoas tomam decisões de Ano-Novo, ou fazem promessas de coisas que esperam conseguir no novo ano. São comuns desejos e promessas como: perder peso, parar de fumar, economizar dinheiro, melhorar as notas na escola e arrumar um amor para suas vidas.
Atualmente diversos países comemoram a chegada do Ano Novo de formas similares, vejamos abaixo as comemorações mais famosas em todo o mundo:
* Em São Paulo, a avenida Paulista é o palco de atrações e queima de fogos. São milhões de pessoas que se juntam ao longo do principal centro financeiro da metrópole para celebrar a entrada de um novo ano.
* No Rio de Janeiro, a celebração mais famosa é a dos fogos de artifício em Copacabana. Milhões de cariocas e turistas de todo o mundo juntam-se nas ruas à beira-mar e nas praias para assistirem ao longo espectáculo, que começa pontuamente à meia-noite do novo ano.
* Na Espanha, exatamente à meia-noite, as pessoas comem doze uvas, uma a cada badalada do relógio da Puerta del Sol, localizada em Madrid.
* Em Portugal, na cidade do Porto a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados em que toda a gente espera o novo ano, atentos no relógio da Câmara Municipal do Porto, memorável pelo seu fogo de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
* Na Escócia há muitos costumes especiais associados ao Ano-Novo – como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing (primeira pisada). São também dados presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos.
* Em Nova Iorque, a celebração mais famosa de Ano-Novo é a de Times Square – onde uma bola gigante começa a descer às 23 horas e 59 minutos até atingir o prédio em que está instalada, marcando exatamente zero-hora.
domingo, 6 de novembro de 2011
Leque

Os Leques foram muito utilizados como instrumentos de ataque e defesa por praticantes de artes marciais da China, do Japão e da Coréia. São conhecidos como tiě shān, (literalmente, 'leque de aço') em idioma chinês, Tessen em japonês e "Buchae" em coreano. Como uma arma, é feito com hastes de metal afiadas na ponta e seda endurecida. Fechado, pode ser usado como um pequeno punhal e aberto pode ser usado para "esfaquear" o oponente. É normalmente considerado arma de kung fu.
Prática de Tai Chi Chuan com Leque.
Apesar de atualmente os leques serem mais conhecidos como objetos de decoração, ainda são utilizados como instrumentos em treinos de artes marciais como o Tai Chi Chuan.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Pentagrama

Trata-se de um dos símbolos pagãos mais utilizados na magia cerimonial pois representa os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) coordenados pelo espírito, sendo considerado um talismã muito eficiente.
O pentagrama é conhecido também como o símbolo do infinito, já que é possível fazer outro pentagrama menor dentro do pentágono regular do pentagrama maior , e assim sucessivamente.
Também é, em música, as cinco linhas paralelas que compõem a partitura.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
31 de outubro / Aniversário de Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Jóias

A palavra jóia origina-se no francês, joie ou joyau e significa objeto de material precioso, raro e belo, de grande valor material e sentimental. Procurando em tempos mais antigos encontramos a palavra latina jocale que significa objeto de brincar.
As joias aparecem em todos os períodos da história, desde que o homem surgiu na face da terra. Apesar de nos primórdios elas serem criadas para usos mais práticos, como prender peças de roupa, nos tempos mais recentes são usadas quase que exclusivamente para decoração pessoal ou decoração de um ambiente.
As primeiras joias eram feitas de materiais naturais como ossos e dentes de animais, conchas, madeira e pedras esculpidas. Nesse tempo as joias eram feitas, sobretudo, para pessoas muito importantes, para demonstrar estatus social e eram, na maioria das vezes, enterradas com seus proprietários.
O homem sempre gostou de ser decorado com joias. Isto contribuiu para o desenvolvimento desta grande indústria. A história mostra que há cerca de 40.000 anos, as primeiras joias foram usadas pelos Cro-Magnons, ancestrais do Homo sapiens. Seus colares e braceletes incluíam joias feitas de osso, de dentes e de pedra.
As primeiras joias em ouro datam de 3.500 a.C., descobertas na região da antiga cidade de Ur, fundada pelos sumérios, no vale do rio Eufrates.
No Egito antigo as joias surgiram ao redor de 1.000 a 3.000 a.C. Eles adoravam o brilho, a raridade e a durabilidade do ouro. Para eles as joias simbolizavam o poder e a classe dominante as usava não somente durante sua vida, mas também após a morte.
sábado, 22 de outubro de 2011
Canela

A canela é uma árvore originária do Ceilão, da Birmânia e da Índia e conhecida há mais de 2500 anos a.C. pelos chineses. Seu nome científico, "cinnamomum", segundo referências, é derivado da palavra indonésia "kayu manis", que significa "madeira doce". Mais tarde, recebeu o nome hebreu "quinnamon", que evoluiu para o grego "kinnamon".
A canela é uma das espécies mais antigas conhecidas pela humanidade.
Considerada símbolo da sabedoria, a canela foi usada na Antigüidade pelos gregos, romanos e hebreus para aromatizar o vinho e com fins religiosos na Índia e na China. Entre as muitas histórias da canela, conta-se que o imperador Nero depois de matar com um pontapé sua esposa Popea, tomado de remorsos ordenou a construção de uma enorme pira para cremá-la.
Nessa pira foi queimada uma quantidade de canela suficiente para o consumo, durante 1 ano, de toda a cidade de Roma! Mesmo sem a importância que teve no passado e não sendo mais motivo de lutas entre os povos, a canela continua indispensável, como tempero na culinária moderna.
No Livro dos Provérbios da Sagrada Escritura, por muitos atribuído a Salomão, no versículo "As Seduções da Adúltera", é feita a seguinte referência à canela:
"Adornei a minha cama com cobertas, com colchas bordadas de linho do Egito.
Perfumei o meu leito com mirra, alóes e cinamomo ...
Vem ! Embriaguemo-nos de amor até ao amanhecer,
Porque o meu marido não está em casa;
Que o teu coração não se deixe arrastar pelos caminhos dessa mulher,
A sua casa é o caminho para a sepultura,
Que conduz à mansão da morte".
Simbolicamente, a canela é uma especiaria ligada ao amor, sendo empregada muitas vezes como ingrediente para perfumes mágicos e poções para conquistar a pessoa amada. Há quem acredite que ela atrai o sucesso nos negócios, trazendo sorte e determinação para a resolução de problemas.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Caju

O cajú, fruto do cajueiro, é divido em duas partes: o fruto propriamente dito, que é a castanha, e o pseudofruto, chamado cientificamente pedúnculo floral, que é a parte comumente vendida como a fruta.
O nome caju é oriundo da palavra indígena “acaiu”, que, em tupi, quer dizer “noz que se produz”.
São conhecidas cerca de vinte variedades de cajú, classificadas segundo a consistência da polpa, o formato, o paladar e a cor da fruta (amarela, vermelha ou roxo-amarelada, dependendo da variedade).
Quando ainda verde, o cajú é chamado de maturi e é muito usado na cozinha do Nordeste.
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