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Solanum melogena é o nome científico da planta. Da mesma família da Berinjela, esta planta dá frutos brancos, parecidos com ovos de granja, que depois ficam amarelos, parecidos com ovo caipira.
Primo da berinjela e do jiló, o "ovo" não é comestível, é meramente decorativo.
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Lá se me parte a alma levada
No torvelim da mascarada
A gargalhar em doudo assomo...
Evoé Momo.
Manuel Bandeira
Vem
Vamos dançar ao sol
Vem
Que a banda vai passar
Vem
Ouvir o toque dos clarins
Anunciando o carnaval.
Vinicius de Moraes

Muitas são as tradições associadas ao dia de São Valentim, variando de país para país.
Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no atual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si presentes como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração».
Já na Idade Média, em França e na atual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada.
Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas.
A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer fato que comprove esta lenda.
Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, foi o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, enviou, na época de São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França.
Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine».
Nos dias de hoje, é entre os mais novos que estas mensagens de São Valentim são mais populares, sendo uma forma de expressarem as suas paixões.
São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes da sua execução, no dia 14 de fevereiro, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Vocês sabiam que...
Os gregos e romanos colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre para que ficassem bem conservadas.
Os romanos usavam castanhas nos seus banquetes
E na Idade Média os mosteiros e abadias, monges e freiras, utilizavam castanhas nas suas receitas ?
O ano-novo é coisa antiga. Desde os calendários babilônicos ( 2.800 a .C.) até o calendário gregoriano, o que chamamos réveillon mudou muitas vezes de data. A primeira comemoração, chamada de “Festival de ano-novo” ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a .C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, época em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e as noites têm a mesma duração. No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico e os católicos comemoram a festa de São José. Em Belém, no Guamá, se realiza a festa de D. José Rei Floriano, no Terreiro de Mina Dois Irmãos, num paralelismo imbricado de crenças cristãs e africanas.
Na antiguidade, os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no dia 23 de setembro – data em que hoje alguns países comemoram o dia do “orgulho pagão”. Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro – que é quando começa o Solstício de dezembro: verão no hemisfério sul e inverno no hemisfério norte. Nesta mesma data, hoje se comemora o Yule, nome dado ao Solstício de Inverno pelos neo-pagãos. Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa, entre 753 a .C. e 476 d.C. O ano começava em 1 de março – quando o fogo sagrado de Roma era renovado, mas foi trocado em 153 a . C. para 1 de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a . C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano. Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro – que é o dia do meu aniversário – risos!!! e também do dia de Santa Genoveva.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, “emigração”), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. Importante que se diga que no cristianismo, 25 de Março é tipicamente celebrado como o dia da Anunciação desde que ele não caia em um Domingo ou durante as semanas Santa ou da Páscoa. No passado, as festas de ano-novo duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril (atual dia da mentira). Foi o papa Gregório XIII quem instituiu o 1 de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é uma espécie de falsa comemoração do Ano Novo.
A palavra Reveillon é de origem francesa termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa despertar, costuma ser comemorado com festas e fogos de artifício, principalmente à beira-mar. Pouco antes da virada do ano, as pessoas se juntam para a contagem regressiva dos segundos até a zero hora.
A palavra Reveillon foi importada e incorporada por vários países e é usada para denominar a festa de comemoração da entrada do Ano Novo.
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da véspera, para se aguardar o ano que chega, e à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício.
Segundo o folclore português, esta celebração está ligada a uma lenda popular que deu a esta noite o nome de Noite de São Silvestre. Muitas pessoas tomam decisões de Ano-Novo, ou fazem promessas de coisas que esperam conseguir no novo ano. São comuns desejos e promessas como: perder peso, parar de fumar, economizar dinheiro, melhorar as notas na escola e arrumar um amor para suas vidas.
Atualmente diversos países comemoram a chegada do Ano Novo de formas similares, vejamos abaixo as comemorações mais famosas em todo o mundo:
* Em São Paulo, a avenida Paulista é o palco de atrações e queima de fogos. São milhões de pessoas que se juntam ao longo do principal centro financeiro da metrópole para celebrar a entrada de um novo ano.
* No Rio de Janeiro, a celebração mais famosa é a dos fogos de artifício em Copacabana. Milhões de cariocas e turistas de todo o mundo juntam-se nas ruas à beira-mar e nas praias para assistirem ao longo espectáculo, que começa pontuamente à meia-noite do novo ano.
* Na Espanha, exatamente à meia-noite, as pessoas comem doze uvas, uma a cada badalada do relógio da Puerta del Sol, localizada em Madrid.
* Em Portugal, na cidade do Porto a celebração mais famosa é a da Avenida dos Aliados em que toda a gente espera o novo ano, atentos no relógio da Câmara Municipal do Porto, memorável pelo seu fogo de artifício cruzando os edifícios, e pelos concertos populares.
* Na Escócia há muitos costumes especiais associados ao Ano-Novo – como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing (primeira pisada). São também dados presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos.
* Em Nova Iorque, a celebração mais famosa de Ano-Novo é a de Times Square – onde uma bola gigante começa a descer às 23 horas e 59 minutos até atingir o prédio em que está instalada, marcando exatamente zero-hora.
Os Leques foram muito utilizados como instrumentos de ataque e defesa por praticantes de artes marciais da China, do Japão e da Coréia. São conhecidos como tiě shān, (literalmente, 'leque de aço') em idioma chinês, Tessen em japonês e "Buchae" em coreano. Como uma arma, é feito com hastes de metal afiadas na ponta e seda endurecida. Fechado, pode ser usado como um pequeno punhal e aberto pode ser usado para "esfaquear" o oponente. É normalmente considerado arma de kung fu.
Prática de Tai Chi Chuan com Leque.
Apesar de atualmente os leques serem mais conhecidos como objetos de decoração, ainda são utilizados como instrumentos em treinos de artes marciais como o Tai Chi Chuan.