O leque está presente na vida dos japoneses desde o nascimento, passando por momentos importantes como o casamento, até o funeral.
É costume levar a criança, um mês após seu nascimento, para fazer a primeira visita a um santuário. Trata-se de um ritual conhecido como por omyamairi. Na ocasião, os pais trazem um leque {suehiro ogui}, solicitando aos deuses que concedam ao bebê um crescimento saudável.
O leque também faz parte das comemorações do terceiro, quinto e sétimo aniversários, conhecidos por hichigosan.
Em Kyoto, ainda é costume quando a criança atinge 13 anos, voltar a um santuário para realizar o ritual de torça de leques;
- Nessa ocasião, é feita a mudança do leque infantil, ganho no batizado, por um maior, confeccionado para adultos e com estampas mais sérias.
Quando um casal sente que a paixão tomou conta de sua vida e quer selar um compromisso mais sério, costuma realizar a troca de seus leques;
- Esse ato simboliza uma jura de amor eterno, ato que corresponde ao noivado nos moldes ocidentais;
Na cerimônia de casamento tipicamente japonês a noiva apresenta aos convidados ostentando um leque dourado de um lado e um prateado do outro;
- O acessório também faz parte da vestimenta do noivo, que durante a cerimônia, traz consigo um leque de cor branca.
Esses objetos acompanham os japoneses até o fim da vida. Um dos costumes ainda existentes no cotidiano nipônico, mas já caindo no esquecimento, acontece nos velórios.
Nessas ocasiões, era comum os convidados levarem um leque de cor cinza-esverdeado, o qual era usado uma única vez.

"Há tantos modos de se servir de um leque que se pode distinguir, logo à primeira vista, uma princesa de uma condessa, uma marquesa de uma roturière. Aliás, uma dama sem leque é como um nobre sem espada."
Frase de Madame de Stäel, uma dama da sociedade francesa, a respeito do leque.
Na Índia, o leque era fabricado com folhas de lotus, de bananas, e de palmeiras; seu nome era "pukk'la".
Os chineses e japoneses construíam, e ainda constróem, o leque com penas de pavão.
No Egito, o leque é tudo na vida: é o emblema de felicidade e do repouso.É fabricado com penas de avestruz.
Na Turquia, o leque é muito empregado nos "harens": os escravos agitam-nos lentamente em volta das mulheres estendidas indolentemente sobre almofadas.
Na França, o leque foi posto em moda por Catherina de Medici. Os perfumistas vendiam-nos perfumados.
A romã é um fruto oriundo da Pérsia ( Irã) que se espalhaou há milhares de anos por toda a Ásia, África, região do Mediterrâneo e até há poucos séculos pelas Américas.
Possui 613 sementes que são a parte comestível. O nome em latim da romã é: ‘pomum’ (maçã) mais ‘granatus ‘ (com sementes). Portanto trata-se “duma maçã com sementes”. Foi deste nome ‘granatus’ que originou o nome da cidade de Granada em Espanha à volta da qual existem muitas romãzeiras.
Cada romã possui 613 sementes e este número é igual aos 613 mandamentos ou provérbios judaicos (Mitzvots) que existem na Tora. Por isso os judeus comem romãs no feriado chamado Rosh Hashanah. E os católicos comem romãs no Dia de Reis.
Na Arménia as romãs são símbolo de fertilidade, abundância e casamento.No Irã as romãs são símbolo de boa saúde e longa vida.
Há quem acredite que as romãs eram uma fruta do Paraíso.
Kul 'am wa antum bikhair - Arabic.
Bon any nou - Catalan.
Xin nian kuai le - Chinese.
Happy New Year - English.
Felican Novan Jaron - Esperanto.
Bonne année - French.
Feliz aninovo - Galician.
ein gutes neues Jahr - German.
hauoli makahiki hou - Havaiian.
שנה טובה (shana tova) - Hebrew.
nav varsh ki subhkamna - Hindi.
felice anno nuovo - Italian
akemashite omedetô - Japanese.
seh heh bok mani bat uh seyo - Korean.
felix sit annus novus - Latin
kia hari te tau hou - Maori.
С Новым Годом (S novim godom) -Russian.
feliz año nuevo - Spanish.
É por vezes incorretamente chamado de licor, mas é na verdade uma bebida destilada.
O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganho alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde (La Fée Verte) em virtude de um suposto efeito alucinógeno. Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Vincent van Gogh, Oscar Wilde, Henri de Toulouse-Lautrec e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde.

As flores são brancas, pequenas e agrupadas, formando ramos. Os talos amarelos, também aromáticos, são comestíveis.
Suas flores lembram o cheiro da menta.
Propriedades medicinais: Estimula as funções digestivas aumentando a secreção biliar e é diurético. Atua sobre o sistema nervoso ocasionando sono e leve torpor por ser também hipnótico. Segundo estudos de laboratórios, as folhas de boldo têm demonstrado seu poder curativo em diferentes patologias como problemas gastrointestinais, espasmos e dispepsia. A planta é usada na homeopatia no tratamento de desordens digestivas, como laxante, diurético e para todos os tipos de problemas hepáticos.
O boldo é a erva da paz. Ele é ótimo para os ansiosos, apressados, que se cobram muito, que não conseguem dormir pensando nos problemas do dia seguinte.
Traz paz de espírito e longevidade. PROBLEMAS MATAM!
Trabalha com a nossa noção de tempo físico e com a pressa, e a sensação de que não temos tempo para nada. Organiza o ideal.
O boldo deve ser evitado durante a gravidez, pois pode ter propriedades abortivas
BOLDO é originário da África, o boldo, Coleus sp. (LAMIACEAE)

Os mexicanos tem uma relação diferente com a morte. Brincam com ela.
O 2 de novembro, que para nós é dia de luto e tristeza, para eles é festa, momento de celebrar o alegre reencontro com aqueles que já partiram.
É comum que se contrate um mariachi para cantar à beira do túmulo.
Os católicos costumam homenagear os seus santos no dia do aniversário de suas mortes. Porém, o número de santos canonizados é muito superior ao número de dias do ano, sendo assim, poucos deles são oficialmente homenageados no dia de sua morte. Para resolver esse problema, o Papa Bonifácio IV, criou o Dia de Todos os Santos, com o intuito de homenagear todos os santos em um único dia.
Isso aconteceu no século VII e naquela época o Dia de Todos os Santos era comemorado no dia 13 de maio. No século seguinte (em 835), porém, o Papa Gregório III, mudou a data que passou a ser celebrada no dia 1º de novembro. Dizem os historiadores que o principal objetivo da mudança da data foi para que ela passasse a coincidir com o Samhain – Ano-Novo para os Bruxos (comemoração que deu origem ao Halloween), buscando dessa forma, atrair os “pagãos” (possíveis novos fiéis) para a celebração católica .
Você sabe que amanhã é o dia das bruxas, mas você sabia que no dia 31 de outubro, comemora-se o aniversário da Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero na Alemanha, no ano de 1517 ?
.